segunda-feira, 4 de julho de 2016

Principais Programas de Saúde Pública

Introdução

O Ministério da Saúde é o órgão do poder Executivo Federal responsável pela organização e elaboração de planos e políticas públicas voltados para a promoção, prevenção e assistência à saúde dos brasileiros. É função do ministério dispor de condições para a proteção e recuperação da saúde da população, reduzindo as enfermidades, controlando as doenças endêmicas e parasitárias e melhorando a vigilância à saúde, dando, assim, mais qualidade de vida ao brasileiro.
Sua missão é promover a saúde da população como um todo mediante a integração e a construção de parcerias com órgãos federais, as unidades da Federação, os municípios, a iniciativa privada e a sociedade, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para o exercício da cidadania.


  •        Políticas Públicas



         Disposição Preliminar
LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990, esta lei foi regulada, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde, executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito Público ou privado. Dispondo sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências.

Das Disposições Gerais
De acordo com o Art.2º A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo ao Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.
Dos Objetivos e Atribuições
Art. 5º São objetivos do Sistema Único de Saúde SUS:
I-                   A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde;
II-                A formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, a observância do disposto no Art. 1º do Art. 2º desta lei;
III-              A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.



Art. 6º Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS):
I-                   Execução de ações
a)      De vigilância sanitária;
b)      De vigilância epidemiológica;
c)      De saúde do trabalhador; e
d)      De assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica;
II-                A participação na formulação da política e na execução de ações de saneamento básico;
III-              A ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde;
IV-             A vigilância nutricional e a orientação alimentar;
V-                A colaboração na proteção do meio ambiente, nele compreendido o do trabalho;
VI-             A formulação da política de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos e outros insumos de interesse a saúde e a participação na sua produção;
VII-           O controle e a fiscalização de serviços, produtos e substancias de interesse para a saúde;
VIII-        A fiscalização e a inspeção de alimentos, água e bebidas para consumo humano;
IX-             A participação no controle e na fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substancias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos;
X-                O incremento, em sua área de atuação, do desenvolvimento científico e tecnológico;
XI-             A formulação e execução da política de sangue e seus derivados.

  •       Principais Programas de Saúde


Doenças Crônico Degenerativas

O ministério da saúde, em articulação com as sociedades científicas (Cardiologia, Diabetes, Hipertensão e Nefrologia), as federações nacionais dos portadores, as secretarias estaduais, através do CONASS, e as secretarias municipais de saúde, através do CONASEMS, apresenta o Plano de Reorganização da Atenção a Hipertensão Arterial e Diabetes mellitus.
·        
      Objetivo:

Vincular os portadores desses agravos às unidades de saúde, garantindo-lhes acompanhamento e tratamento sistemático, mediante ações de capacitação dos profissionais e de reorganização dos serviços.

Doenças infecto – contagiosas públicas

Abordagem das doenças respiratórias e infecciosas, conhecer o número de crianças do programa que apresentam pneumonias, frequentes e/ou utilizam com frequência o serviço de urgência por pneumonia, asma ou diarreia;
·      
     Orientar e tratar as crianças identificadas com asma grave, pneumonias e diarreia, ou com evolução insatisfatória e dúvidas no diagnóstico;
·      
           Acompanhamento por equipe multidisciplinar.

Dados para monitoramento de programas
Seguem alguns exemplos de variáveis para a construção de indicadores relacionados à saúde da criança.
·        Percentual de crianças (por faixa etária) incluídas no programa em relação ao total da carteira;
·        Percentual de crianças (por faixa etária) incluídas no programa que frequentam pelo menos uma atividade programática em relação ao total de crianças inscritas no programa;
·        Percentual de crianças (por faixa etária) incluídas no programa que frequentaram todas as atividades programáticas em relação ao total de crianças inscritas no programa.

Programas para gerenciamento de crônicos

Ao contrário do que ocorria há alguns anos, hoje predominam no país as doenças crônicas, em detrimento das agudas. Se estação únicas e de curta duração, aquelas são múltiplas e perduram por décadas, acarretando perda progressiva da qualidade de vida, sobrecarregando a família e resultando em perdas financeiras.

Doenças crônicas são aquelas de desenvolvimento lento, que duram períodos extensos – mais de 6 meses- e apresentam efeitos de longo prazo, difíceis de prever. A maioria dessas doenças não tem cura, como diabetes, asma, doença de Alzheimer, hipertensão e neoplasias. Entretanto, várias delas podem ser prevenidas ou controladas por meio da detecção precoce, adoção de dieta e hábitos saudáveis práticas de exercícios físicos e acesso ao tratamento adequado, recomendado pelo profissional de saúde.
Exemplo de programa para Portadores de Hipertensão Arterial Sistêmica com Risco Assistencial Associado (HAS)
1.      Qualquer ação no sentido de organizar um programa para promoção de saúde deve iniciar com a obtenção de alguns dados que permitam uma informação sobre o perfil demográfico e de saúde da população da carteira. Isso será necessário para adequar as ações as necessidades dos beneficiários.
2.      Utilizando como exemplo a elaboração de um programa para portadores de HAS, pressupomos uma operadora cuja carteira de beneficiários possui um número significativo de pessoas portadoras deste tipo de doença ou possui um gasto expressivo no tratamento dessa patologia, independentemente de haver um número significativo de pessoas com esta enfermidade.
3.      Seja qual for o fator motivador (percentual de doentes ou percentual de gastos), ambos apontam para uma população com necessidade de cuidados especiais. Por um lado, está população demanda uma atenção diferenciada para garantir uma melhor qualidade de vida, e por outro, a operadora necessita otimizar sua gestão de custo/benefício.
4.      Os beneficiários elegíveis para o programa deste exemplo serão aqueles portadores de HAS e com risco assistencial associado.
5.      Após identificar os beneficiários elegíveis para o programa a operadora deverá estabelecer.

Doenças sexualmente transmissíveis

AIDS é uma doença causada pelo vírus HIV pelo programa UNAIDS
A transmissão do vírus HIV pode ocorrer pela relação sexual sem preservativo (camisinha) entre pessoas contaminadas. A transmissão pode ocorrer também pelo contato com o sangue (transfusão ou seringas contaminadas), combate e métodos de prevenção fazer sexo com uso de camisinha, não compartilhar seringas.
           
Hepatite B é uma doença causada pelo vírus da hepatite B (VHB)

A transmissão do vírus tipo B ocorre pela relação sexual entre pessoas contaminadas. A transmissão pode ocorrer também pelo contato com o sangue (transfusão ou seringas contaminadas). A vacina anti-hepatite B e a pode proteger você contra o vírus. Métodos de combate e prevenção vacinação, fazer sexo com uso de camisinha, não compartilhar seringas.
Doenças Crônico Degenerativas
A Coordenação-Geral de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas (CGAPDC) tem por competência coordenar os processos de elaboração e avaliação da política nacional de atenção às pessoas com doenças crônicas, incluindo a rede de atenção à pessoa com doença crônica, e a prevenção e o controle do câncer. 

SAIPS

A ferramenta foi desenvolvida para facilitar e agilizar os pedidos de recursos – feito por gestores Municipais, Estaduais ou do Distrito Federal – para custeio, implantação, habilitação ou credenciamento de equipes, unidades e serviços em saúde. 
Os serviços serão disponibilizados gradualmente. Até o momento, as solicitações de habilitação e/ou incentivo para os componentes SDM/SRC, Mamografia Móvel e QualiCito deverão ser cadastradas no SAIPS de acordo com os manuais específicos para cada tipo de recurso pleiteado. Em breve serão disponibilizados os demais componentes da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas – Habilitação em Alta Complexidade em Oncologia (UNACON, CACON, Hospital Geral e Complexo Hospitalar).
Para mais informações, está disponível no endereço eletrônico do SAIPS o Manual Geral sobre Acesso, Cadastramento e Acompanhamento de Propostas (que explica o fluxo geral do sistema, perfis e atividades), os manuais específicos para cada tipo de recurso pleiteado e as dúvidas e perguntas mais frequentes.

OncoSUS

Com o intuito de facilitar o acesso às informações relacionadas à atenção oncológica, a CGAPDC - juntamente com o Departamento de Informática do SUS (DATASUS) - elaborou o aplicativo OncoSUS. Este aplicativo tem como público-alvo os profissionais de saúde que atuam nos estabelecimentos de saúde e que realizam ações e serviços de saúde voltados ao cuidado das pessoas com câncer.

Saneamento básico
 Conceito O Programa de Saneamento Básico, cuja execução está a cargo da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), foi criado com o objetivo inicial de prover saneamento básico aos municípios com menos de 30.000 habitantes, para eliminar as condições ambientais responsáveis pela ocorrência de agravos à saúde ou que ofereçam riscos ao seu aparecimento. Posteriormente, por conta de avaliações epidemiológicas, foi ampliado o campo de atuação do Programa, abrangendo populações maiores e sendo o composto das seguintes ações: abastecimento de água; esgotamento sanitário; coleta e destinação de resíduos sólidos; melhorias sanitárias domiciliares;



Efeitos de beber Refrigerante

10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente.


Nos 10 primeiros minutos...

Você não vomita imediatamente pelo nível de glicose extremo, porque o ácido fosfórico
corta o gosto.


Após 20 minutos:
O nível de açúcar em sua corrente sanguínea estoura, forçando um jorro de insulina.
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura ( É muito para este momento em particular).

Após 40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sob, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente sanguínea. Os recepetores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitr vertigens.

Após 45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina estimulando os centros de prazer do corpo.
Fisicamente, funciona como a (heroína).

Após 50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas da OSTEOPOROSE.

Após 60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina. Agora é garantido que põem para fora o cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam.

Ácido fosfórico ou ácido ortofosfórico é um composto químico de fórmula molecular HPO, sendo classificado, dentre os ácidos minerais, como um ácido fraco, oxiácido derivado do anidrido fosfórico. É o mais importante dos ácidos derivados do fósforo.





Infarto Agudo do Miocárdio

Infarto Agudo do Miocárdio

O infarto agudo do miocárdio (IAM), acomete o Brasil em altos números de casos suas taxas de mortalidade segundo estudos epidemiológicos revelam alto índice de taxas de mortalidade geral ao redor de 30%, sendo que metade dos óbitos ocorrem nas primeira duas horas do evento e 14% morrem antes de receber atendimento médico. Sua alta prevalência preocupa o Brasil e em específico também o Estado do Rio Grande do Sul , devido ao alto número de óbitos e de prevalência desta patologia devido aos hábitos alimentares sua cultura e tradição de consumo abusivo de carne vermelha. Outros fatores que podem acometer a doença são a Diabetes Mellitus, hipertensão, sedentarismo e os mal hábitos alimentares como citado logo acima.É interessante ressaltar que no inverno portadores da patologia devem ter mais cuidado , pois nossa temperatura corporal vai estar aumentada para manter nosso corpo aquecido aumentando os níveis de PA e cresce 30% o risco de infarto agudo do miocárdio.
Artéria: É o conduto que leva o sangue do coração aos órgãos, via de comunicação.
Obstrução parcial de artéria coronária Isquemia do miocárdio Dor torácica súbita

Patogênese

O termo infarto do miocárdio significa basicamente a morte de cardiomiócitos causada por isquemia prolongada. Em geral, essa isquemia é causada por trombose e/ou vasoespasmo sobre uma placa aterosclerótica. O processo migra do subendocárdico para o subepicárdico. A maior parte dos eventos é causada por rotura súbita e formação de trombo sobre placas vulneráveis, inflamadas, ricas em lipídios e com capa fibrosa delgada. Uma porção menor está associada à erosão da placa aterosclerótica . Existe um padrão dinâmico de trombose e trombólise simultaneamente, associadas a vasoespasmo, o que pode causar obstrução do fluxo intermitente e embolização distal (um dos mecanismos responsáveis pela falência da reperfusão tecidual apesar da obtenção de fluxo na artéria acometida). Dentro de um espectro de possibilidades relacionadas com o tempo de evolução, o miocárdio sofre progressiva agressão representada pelas áreas de isquemia, lesão e necrose sucessivamente. Na primeira, predominam distúrbios eletrolíticos, na segunda, alterações morfológicas reversíveis e na última, danos definitivos. Da mesma forma, essas etapas se correlacionam com a diversidade de apresentações clínicas que variam da angina instável e infarto sem supra até o infarto com supra desnível do segmento ST. É por isso que o manejo do infarto é baseado no rápido diagnóstico, na desobstrução imediata da coronária culpada, manutenção do fluxo obtido, profilaxia da embolização distal e reversão de suas complicações potencialmente fatais (arritmias, falência cardíaca e distúrbios mecânicos).           
Sintomas

Requer um diagnóstico médico

Os sintomas incluem apertos e dores no peito, no pescoço, nas costas ou
nos braços, fadiga, atordoamento, arritmia cardíaca e ansiedade.Mulheres costumam ter mais chances de apresentar sintomas atípicos do que os homens.As pessoas podem ter:Dor local: braço, braço esquerdo, maxilar ou peito Dor circunstancial: em repouso Tipos de dor: queimação no peito No corpo: fadiga, tontura, pele fria e úmida, suor ou suor frio No aparelho gastrointestinal: indigestão, náusea ou vômito No pescoço: desconforto ou rigidez No braço: aperto ou desconforto No peito: aperto ou desconforto Também comum: ansiedade, falta de ar ou palpitação
Observação: as informações exibidas descrevem o que geralmente acontece com uma condição clínica, mas não se aplicam a todas as pessoas. Essas informações não são uma consulta médica. Portanto, entre em contato com um profissional da área de saúde se você apresentar um problema médico. Se você acredita ter uma emergência médica, ligue para seu médico ou para um número de emergência imediatamente.


Idades Afetadas






















Fatores de risco associados  ao infarto do miocárdio


  • Colesterol alto
  • Sedentarismo
  • Tabagismo
  • Hipertensão arterial
  • Menopausa
  • Estresse
  • Excesso de peso
  • Diabetes mellitus
  • História familiar ou predisposisão genética
  • Idade
  • Alterações hemodinâmicas: hipertensão arterialhipotensãochoque, mal-estar, etc.
REFERÊNCIAS


ABCMED, 2008. Infarto do Miocárdio. Disponível em: <http://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/22385/infarto+do+miocardio.htm>. Acesso em: 4 jul. 2016.


https://www.gstatic.com/healthricherkp/pdf/heart_attack_pt_BR.pdf.Acesso em: 4 jul. 2016.


http://www.scielo.br/pdf/ramb/v50n2/20786.pdf. Acesso em: 4 jul. 2016.