segunda-feira, 4 de julho de 2016

Infarto Agudo do Miocárdio

Infarto Agudo do Miocárdio

O infarto agudo do miocárdio (IAM), acomete o Brasil em altos números de casos suas taxas de mortalidade segundo estudos epidemiológicos revelam alto índice de taxas de mortalidade geral ao redor de 30%, sendo que metade dos óbitos ocorrem nas primeira duas horas do evento e 14% morrem antes de receber atendimento médico. Sua alta prevalência preocupa o Brasil e em específico também o Estado do Rio Grande do Sul , devido ao alto número de óbitos e de prevalência desta patologia devido aos hábitos alimentares sua cultura e tradição de consumo abusivo de carne vermelha. Outros fatores que podem acometer a doença são a Diabetes Mellitus, hipertensão, sedentarismo e os mal hábitos alimentares como citado logo acima.É interessante ressaltar que no inverno portadores da patologia devem ter mais cuidado , pois nossa temperatura corporal vai estar aumentada para manter nosso corpo aquecido aumentando os níveis de PA e cresce 30% o risco de infarto agudo do miocárdio.
Artéria: É o conduto que leva o sangue do coração aos órgãos, via de comunicação.
Obstrução parcial de artéria coronária Isquemia do miocárdio Dor torácica súbita

Patogênese

O termo infarto do miocárdio significa basicamente a morte de cardiomiócitos causada por isquemia prolongada. Em geral, essa isquemia é causada por trombose e/ou vasoespasmo sobre uma placa aterosclerótica. O processo migra do subendocárdico para o subepicárdico. A maior parte dos eventos é causada por rotura súbita e formação de trombo sobre placas vulneráveis, inflamadas, ricas em lipídios e com capa fibrosa delgada. Uma porção menor está associada à erosão da placa aterosclerótica . Existe um padrão dinâmico de trombose e trombólise simultaneamente, associadas a vasoespasmo, o que pode causar obstrução do fluxo intermitente e embolização distal (um dos mecanismos responsáveis pela falência da reperfusão tecidual apesar da obtenção de fluxo na artéria acometida). Dentro de um espectro de possibilidades relacionadas com o tempo de evolução, o miocárdio sofre progressiva agressão representada pelas áreas de isquemia, lesão e necrose sucessivamente. Na primeira, predominam distúrbios eletrolíticos, na segunda, alterações morfológicas reversíveis e na última, danos definitivos. Da mesma forma, essas etapas se correlacionam com a diversidade de apresentações clínicas que variam da angina instável e infarto sem supra até o infarto com supra desnível do segmento ST. É por isso que o manejo do infarto é baseado no rápido diagnóstico, na desobstrução imediata da coronária culpada, manutenção do fluxo obtido, profilaxia da embolização distal e reversão de suas complicações potencialmente fatais (arritmias, falência cardíaca e distúrbios mecânicos).           
Sintomas

Requer um diagnóstico médico

Os sintomas incluem apertos e dores no peito, no pescoço, nas costas ou
nos braços, fadiga, atordoamento, arritmia cardíaca e ansiedade.Mulheres costumam ter mais chances de apresentar sintomas atípicos do que os homens.As pessoas podem ter:Dor local: braço, braço esquerdo, maxilar ou peito Dor circunstancial: em repouso Tipos de dor: queimação no peito No corpo: fadiga, tontura, pele fria e úmida, suor ou suor frio No aparelho gastrointestinal: indigestão, náusea ou vômito No pescoço: desconforto ou rigidez No braço: aperto ou desconforto No peito: aperto ou desconforto Também comum: ansiedade, falta de ar ou palpitação
Observação: as informações exibidas descrevem o que geralmente acontece com uma condição clínica, mas não se aplicam a todas as pessoas. Essas informações não são uma consulta médica. Portanto, entre em contato com um profissional da área de saúde se você apresentar um problema médico. Se você acredita ter uma emergência médica, ligue para seu médico ou para um número de emergência imediatamente.


Idades Afetadas






















Fatores de risco associados  ao infarto do miocárdio


  • Colesterol alto
  • Sedentarismo
  • Tabagismo
  • Hipertensão arterial
  • Menopausa
  • Estresse
  • Excesso de peso
  • Diabetes mellitus
  • História familiar ou predisposisão genética
  • Idade
  • Alterações hemodinâmicas: hipertensão arterialhipotensãochoque, mal-estar, etc.
REFERÊNCIAS


ABCMED, 2008. Infarto do Miocárdio. Disponível em: <http://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/22385/infarto+do+miocardio.htm>. Acesso em: 4 jul. 2016.


https://www.gstatic.com/healthricherkp/pdf/heart_attack_pt_BR.pdf.Acesso em: 4 jul. 2016.


http://www.scielo.br/pdf/ramb/v50n2/20786.pdf. Acesso em: 4 jul. 2016.


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