domingo, 19 de novembro de 2017

SAR em RN

Primeiramente, olá... 

Neste semestre de Fundamentos em CardioRespira... em Pediatria, tive a incumbência de apresentar sobre a SAR em neonatos. 


Bom, de acordo com a leitura em um artigo a SAR, ela foi descrita em 1967, onde 12 pacientes foram submetidos a pesquisa científica, onde apresentavam o seguinte diagnóstico clínico: Atelectasias, quadros de Hipoxemia e trabalho pulmonar aumentado.

De maneira, mais simplificada irei relatar sobre sua fisiologia:


Primeiramente, a fisiopatologia ocorre da seguinte forma: 

Neonatos, com Síndrome da Angústia Respiratória, possui Pneumócitos do tipo II, eles são células que são capazes de manter o surfactante retido.

O surfactante nada mais é de que um líquido, que cuja função é manter a complacência alveolar...

Na ausência do surfactante, não vai haver a formação da mielina tubular, o que vai surgir sérios problemas pro sistema respiratório do neonato, pois sem a formação da membrana hialiana, os macrófagos alveolares absorvem rapidamente o surfactante, e a tensão superficial alveolar se torna aumentada, o que vai provocar atelectasias, pois os alvéolos pulmonares, se tornam instáveis e acabam se colapsando, provocando a hipoxemia, aumentando o trabalho respiratório, levando a acidose, e resistência vascular aumentada, pois envolve ductos arteriosos, que seriam alvéolos capilares, pois aumenta o trabalho dos capilares menores.

O surfactante é tão importante, pois ele tem a função de manter a tensão alveolar diminuída!

O principal objetivo da fisioterapia respiratória é minimizar o trabalho pulmonar, manter a tensão superficial alveolar diminuída, com o uso da PEEP, que vai manter os pulmões Hiper suflados.

SAR, além de ser um processo de doença é um distúrbio de surfactante.

Os fatores de risco é a idade gestacional diminuída, menor ou igual a 28 semanas, mãe diabética, alguns casos de hemorragia materna, entre outros, mas os principais seriam esses, enfim é só uma breve postagem.

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